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67% dos brasileiros já desistiram de comprar por atendimento ruim: o que fazer no seu negócio

3 min de leitura
Dois atendentes sorrindo atrás do balcão de uma cafeteria, prontos para um atendimento rápido ao cliente
Foto: Vitaly Gariev / Unsplash

A pesquisa CX Trends 2026, feita por Octadesk em parceria com a Opinion Box, mostra que 67% dos brasileiros já desistiram de uma compra online depois de uma experiência ruim durante o atendimento. A pessoa chegou a pedir informação, comparar preço ou avançar no pedido, e abandonou no meio do caminho. Velocidade de resposta, informação consistente entre canais e confiança no vendedor pesam tanto quanto preço e frete nessa decisão.

O que a pesquisa mostra sobre esse abandono

Os motivos mais citados pela pesquisa são frete alto (65%) e preço do produto (56%), mas desconfiança no canal de compra também aparece com 56%. O atendimento entra nessa conta de um jeito direto: velocidade de resposta é o fator mais valorizado por 51% dos consumidores, informação precisa por 43% e cordialidade por 40%. E o dado que mais importa pra quem vende: 85% dos entrevistados afirmam que voltariam a comprar numa loja se o atendimento fosse rápido, mesmo depois de uma primeira experiência ruim.

Isso muda a leitura do problema. O lead que some, demora a decidir ou pede desconto não está necessariamente perdido. Boa parte dele continua interessado, só que tropeçou em algum ponto do caminho entre o primeiro contato e o fechamento.

Empresário sorrindo ao falar ao celular com notebook aberto à frente, representando o atendimento rápido ao cliente
A velocidade de resposta é o fator mais valorizado pelo consumidor na hora de decidir se volta a comprar. Foto: Filip Rankovic Grobgaard / Unsplash

Os 3 pontos onde o cliente interessado escapa

Resposta lenta. O interesse tem um prazo de validade curto. Numa empresa de energia solar, por exemplo, o cliente pede orçamento pra três instaladoras no mesmo dia. Quem responde em minutos entra na comparação com vantagem, mesmo com preço parecido ao dos concorrentes. Quem demora horas já perdeu a atenção pra quem chegou primeiro.

Informação inconsistente entre canais. O cliente pergunta uma coisa no Instagram, recebe outra resposta no WhatsApp e uma terceira versão quando liga pro escritório. Num escritório de contabilidade, isso aparece quando o empresário pergunta sobre o valor de abertura de empresa pelo direct, fala com outro atendente no WhatsApp e ouve um número diferente. Essa inconsistência reduz a confiança exatamente no momento em que o cliente estava perto de decidir.

Falta de acompanhamento até o fechamento. O lead demonstra interesse real, recebe a proposta e simplesmente não aparece mais ninguém pra retomar esse contato. Sem alguém marcando quem está esperando resposta e há quanto tempo, essa venda fica parada até esfriar de vez.

Mulher apresentando dados de processo comercial em um laptop e uma tela de reunião
Um histórico unificado de contato evita que o cliente receba respostas diferentes em cada canal. Foto: Julio Lopez / Unsplash

Como transformar atendimento rápido em venda fechada

Resolver esses três pontos é uma questão de processo: script padrão, CRM organizado e rotina de acompanhamento. Um script padrão garante que qualquer pessoa da equipe responda a mesma informação, no mesmo tom, independente do canal onde o cliente chegou. Um CRM organizado mostra quem está esperando retorno agora e há quanto tempo, pra ninguém esfriar por esquecimento. E uma rotina de acompanhamento define quando e como retomar o contato com quem já demonstrou interesse, em vez de deixar essa decisão pra memória de quem atende naquele dia.

É exatamente esse processo comercial que a Way monta pra quem já investe em tráfego pago e vê boa parte do interesse gerado se perder no caminho. A Way organiza o funil, o script de atendimento e o CRM, e acompanha cada lead do primeiro contato até o fechamento, com histórico único entre os canais pra que nenhuma informação se perca na troca de mensagens.

Se o seu negócio recebe interesse real e perde boa parte dele na condução, o problema raramente é a falta de gente querendo comprar. Está no que acontece, ou deixa de acontecer, entre o primeiro contato e a decisão. Fale com a Way pra estruturar esse acompanhamento no seu negócio.

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Se o tráfego já traz gente e o faturamento não acompanha, o problema costuma estar no processo comercial, não na campanha. A Way analisa sua situação e mostra onde estruturar isso.

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