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Dia das Crianças 2026: como vender mais com o orçamento do cliente mais curto

4 min de leitura
Vitrine de loja de brinquedos cheia de itens coloridos pendurados, ilustrando o movimento do comércio no Dia das Crianças
Foto: George Filippopoulos / Unsplash

Pra vender mais no Dia das Crianças com um cliente de orçamento mais curto, a saída é chegar na data com opções em faixas de preço diferentes já definidas, parcelamento claro e um roteiro pronto pra quando alguém disser "tá caro". Pesquisas do varejo mostram que a maioria dos brasileiros pretende comprar presente em 12 de outubro, mas boa parte planeja gastar o mesmo valor do ano passado ou menos. Quem já tem um plano de condução de venda transforma esse movimento maior em caixa; quem só abre a loja e espera o cliente decidir sozinho perde venda pra quem responde com uma alternativa na hora certa.

O que as pesquisas mostram sobre a data

Segundo levantamento da CNDL/SPC Brasil, 73,3% dos brasileiros pretendem comprar presente para o Dia das Crianças em 2026, e a expectativa é que a data movimente R$ 10,8 bilhões no comércio (vale conferir o número mais perto da data, já que pesquisas desse tipo costumam ser atualizadas). O detalhe que importa pro dono de negócio local está no perfil de gasto: 36% das pessoas planejam gastar menos do que no ano anterior, 32% pretendem manter o mesmo valor, e só 17% dizem que vão gastar mais.

Isso quer dizer mais gente entrando na loja, no site ou mandando mensagem, mas com decisão mais apertada. O cliente compara preço, pede desconto ou só fecha se encontrar uma opção que caiba no valor que já definiu antes de sair de casa.

O erro de empurrar desconto no primeiro "tá caro"

Numa loja de brinquedos de bairro, é comum o vendedor reagir à reclamação de preço baixando o valor na hora, só pra não perder a venda. Isso corrói a margem justamente no período de maior movimento do ano. Uma papelaria que monta kits de presente junto com material escolar costuma cair no mesmo erro: oferece desconto antes de mostrar uma opção mais em conta na mesma categoria.

O desconto automático resolve a objeção de preço, mas custa caro. Um roteiro de atendimento bem montado resolve a mesma objeção sem sacrificar margem: mostra um produto de entrada, sugere parcelamento ou apresenta um combo menor antes de cogitar baixar o valor.

Mulher segurando e observando uma pelúcia numa prateleira de loja de brinquedos
O cliente decide entre opções, não só entre comprar ou não comprar. Foto: Quan Jing / Unsplash

Como montar o roteiro pra essa data

O primeiro passo é separar os produtos ou serviços em três faixas de preço antes do pico de demanda chegar, pra ninguém improvisar a resposta na hora. O segundo é treinar quem atende pra oferecer a faixa de baixo como primeira alternativa ao "tá caro", em vez do desconto. O terceiro é deixar o parcelamento visível desde o início da conversa, porque muita gente desiste antes de perguntar se dá pra dividir.

Uma escola de idiomas ou de natação infantil sente essa mesma pressão em outra escala. O Dia das Crianças costuma ser quando os pais decidem matricular o filho num curso novo, só que o tíquete é mais alto e a objeção de preço pesa mais. Um roteiro que mostra opções de pagamento, carência no primeiro mês ou uma aula experimental antes da matrícula completa costuma recuperar inscrição que, sem isso, ia pra concorrência.

Esse roteiro não funciona sozinho. Ele precisa de um CRM que registre quem perguntou o preço e não fechou na hora, pra alguém retomar o contato nos dias seguintes à data, quando o movimento na loja cai mas o cliente ainda não decidiu onde comprar. É o mesmo processo comercial que evita perder venda pra quem só liga de volta primeiro.

Atendente de loja de roupas mostrando opções de produto num tablet para cliente sorridente no balcão
Mostrar opção antes de baixar preço: o roteiro de atendimento entra exatamente nesse momento. Foto: Unzer / Unsplash

O que a Way monta pra esse tipo de data

A Way entra nesse ponto quando o negócio já investe em tráfego pago ou já recebe gente interessada pela loja física, mas perde parte dela porque ninguém tem um plano pronto pra conduzir a conversa quando o orçamento aperta. A Way organiza as faixas de preço do roteiro, escreve o script de atendimento pra cada objeção comum e monta o CRM pra acompanhar quem ainda não decidiu até o fechamento, ou até ficar claro que não vai fechar dessa vez.

O movimento do Dia das Crianças já está garantido pelas pesquisas de intenção de compra. O que decide se ele vira faturamento é a conversa com cada cliente que entra pela porta ou manda mensagem perguntando o preço. Se seu negócio quer chegar em 12 de outubro com esse processo pronto em vez de improvisado, conheça os serviços da Way ou fale com a Way pra estruturar o atendimento antes do pico de demanda chegar.

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Isso está acontecendo no seu negócio também?

Se o tráfego já traz gente e o faturamento não acompanha, o problema costuma estar no processo comercial, não na campanha. A Way analisa sua situação e mostra onde estruturar isso.

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