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Presente de experiência cresce no Natal: como vender vale-presente sem perder o cliente

4 min de leitura
Vista de cima do balcão de uma loja de presentes decorada para o Natal, com fita, tesoura e tablet de atendimento
Foto: Jessica Sysengrath / Unsplash

Pesquisa da CNDL em parceria com o SPC Brasil, feita para o Natal, mostrou que 43% dos consumidores já trocaram ou pretendem trocar presente físico por uma experiência: viagem, jantar, passeio ou show. Pra quem vende esse tipo de presente, a oferta já existe e o interesse também. O que falta, na maioria dos negócios, é um atendimento que conduza esse cliente do "quero dar isso de presente" até o pagamento, sem deixar a conversa esfriar no meio do caminho.

O que mudou no jeito de presentear

Durante anos, presentear era sinônimo de embrulhar uma caixa. Agora uma parte considerável dos consumidores prefere dar uma massagem, uma viagem de fim de semana, um jantar a dois ou um curso. O movimento aparece todo fim de ano em negócios que vivem de serviço: spas e clínicas de estética vendem pacotes de tratamento em vale-presente, agências de viagem lançam o próprio vale-viagem, escolas de idioma oferecem certificados de curso como presente.

Esse tipo de venda tem uma vantagem clara pra quem vende: o ticket costuma ser mais alto do que um produto físico comum, e o cliente que recebe o vale normalmente volta ao negócio pra usá-lo, o que já é uma segunda chance de venda.

Por que vender vale-presente é diferente de vender produto

Quem compra um presente físico sai da loja com ele debaixo do braço. Quem compra uma experiência sai só com uma promessa: um código, um cartão, um link. Isso muda o tipo de confiança que o cliente precisa ter antes de pagar.

Ele quer saber, antes de fechar: até quando o vale vale, como marca o horário, se dá pra usar em qualquer unidade, o que acontece se a pessoa presenteada não usar a tempo. Se quem atende não sabe responder isso na hora, com clareza, o cliente hesita e adia a decisão, mesmo já tendo decidido o que quer dar de presente.

Atendente de salão de beleza recebendo o pagamento da cliente no balcão depois de vender o vale-presente
Fechar a venda do vale-presente exige explicar validade e forma de uso antes do pagamento. Foto: Christiann Koepke / Unsplash

Como estruturar o atendimento pra não perder essa venda

É aqui que entra o processo comercial que a Way monta pra negócios locais. Um script pronto de atendimento responde de forma direta as dúvidas mais comuns sobre o vale (validade, forma de resgate, se é transferível) antes mesmo de o cliente perguntar, o que reduz a hesitação na hora de pagar.

O CRM entra logo depois, registrando quem comprou o vale, pra quem foi dado e até quando ele vale. Sem esse registro, é fácil perder o controle de quantos vales foram vendidos e esquecer de avisar o comprador quando o prazo está perto de vencer, o que gera reclamação e cancelamento em vez de uma segunda venda.

Uma clínica de estética que vende vale-presente de tratamento, por exemplo, pode usar esse mesmo cadastro pra entrar em contato com quem recebeu o vale e oferecer ajuda pra marcar o horário. Uma agência de viagem local pode fazer o mesmo com quem ganhou o vale-viagem, sugerindo datas e destinos antes que o prazo fique apertado. Vender o vale é só o primeiro passo: conduzir a pessoa até o momento em que ela realmente usa o que comprou fecha o ciclo.

Erros comuns que fazem a venda esfriar

Três falhas aparecem com frequência em negócios que vendem presente de experiência:

  • Vale sem validade clara. Quando o prazo não é explicado de forma simples, o cliente final procura reembolso em vez de agendar.
  • Nenhum lembrete antes do vencimento. Quem recebeu o vale esquece com facilidade. Um lembrete automático a tempo evita cancelamento e aumenta a chance de uso.
  • Venda do vale sem acompanhamento depois. Vender o cartão é só a primeira etapa. Quem acompanha até o agendamento final transforma um presente em cliente recorrente, como mostra também o cuidado de pedir sinal antecipado sem perder a venda em outras datas de pico.

Transformar interesse em presente de verdade

O movimento de dar experiência de presente já é real e tende a crescer a cada fim de ano. Pra negócios de serviço, isso significa mais procura nas próximas semanas, mas só vira faturamento com atendimento, script e acompanhamento organizados. A Way estrutura esse processo comercial junto com a campanha, do primeiro contato até o momento em que o vale é usado. Se seu negócio vive de experiência e quer aproveitar esse movimento sem deixar venda na mesa, fale com a Way.

Sua vez

Isso está acontecendo no seu negócio também?

Se o tráfego já traz gente e o faturamento não acompanha, o problema costuma estar no processo comercial, não na campanha. A Way analisa sua situação e mostra onde estruturar isso.

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